Cartas Semestrais

CARTA 12 – Jun/20 Admirável Mundo Novo?

Não faltam artigos sobre o “novo normal” ou sobre “como será o mundo pós Covid-19” para nos abastecer de projeções interessantes a respeito como serão os próximos anos e as mudanças pelas quais o mundo passará. Tem nos chamado atenção a forma como boa parte desses artigos projetam um futuro de forma convicta, prevendo mudanças em diversos modelos de negócios estabelecidos, ao mesmo tempo em que alguns fatores essenciais para os investimentos parecem ficar à margem do debate.

Carta 11 – Dez/19 Elétricas : reciclando preferências

Nessa carta traremos algumas reflexões sobre a sustentabilidade do atual nível de ROIC do setor de distribuição de energia elétrica no Brasil, e as razões pelas quais gradualmente temos reduzido nossa exposição direta a esse segmento. Como contraste, iremos destacar a reforma regulatória do setor de geração de energia, cuja agenda positiva potencialmente criará vetores benéficos para algumas empresas.

Carta 10 – Jun/19 Shoppings: Hora do Retrofit

Pelos últimos vários anos, possivelmente desde a criação da Athena, podemos dizer que vivemos no país um mercado de desconto no segmento de renda variável. De forma geral, os múltiplos das empresas eram, sob as mais diversas óticas de valuation, precificados abaixo do justo, mesmo considerando os resultados do período de recessão da economia. Sim, a expressão “múltiplo justo” abre espaço para uma ampla discussão acerca de interpretações práticas e acadêmicas.

Carta 09 – Dez/18 Havaianas : Flip-floping the company

Há muitos casos de empresas que foram criadas em torno de uma marca, onde a gestão soube extrair o máximo de valor do produto original e reinvestir com inteligência e diligência em novos mercados ou em inovação. Pelo mundo afora há alguns exemplos desse histórico bem sucedido, sendo a Pepsico e a CocaCola Company alguns cases de empresas criadas ao redor de marcas emblemáticas.

Carta 08 – Jun/18 Os riscos pelo caminho

Comparações do rendimento do fundo contra os principais índices de Bolsa em janelas especificas, perguntas sobre perspectivas político-econômicas do país, dúvidas sobre como as variáveis macroeconômicas afetarão a Bolsa, entre outras...

Carta 06 – Jun/17 KM de vantagens competitivas

São poucas as vezes que vemos janelas de oportunidade de investimento na Ultrapar com um retorno elevado, algo que acreditamos que tenha se apresentado a partir do segundo semestre de 2016. Quase sempre oportunidades em empresas excepcionais aparecem em momentos de questionamentos e dúvidas, e nesse caso não é diferente.

Carta 05 – Dez/16 Há males que vêm para o bem

Nesta carta abordaremos com mais detalhes dois diferenciais competitivos que julgamos de suma importância: escala (regional) e eficiência. Podemos dizer que ambos são quase um must have em nosso processo de procura por ativos elegíveis a investimento. Quando olharmos para trás, em dois ou três anos, provavelmente terão sido eles também os fiéis da balança entre as empresas vencedoras e perdedoras nesse ambiente.

Carta 04 – Jun/2016 Um Porto Seguro e com valor

Ao longo de nossas carreiras no mercado financeiro, não foram poucas as vezes que vivenciamos expressivas mudanças de opinião sobre a direção das principais variáveis macroeconômicas do Brasil.

Carta 03 – Dez/2015 Eureka! Comgás to the rescue

Uma guerra política sem precedentes, além do envolvimento direto de importantes figuras do país em investigações criminais, basicamente congelou evoluções concretas de propostas que pudessem, ao menos, dar uma perspectiva de que caminho o país seguirá.

Carta 02 – Jun/2015 Uma briga em perspectiva: Conjuntural x Estrutural

O que se viu nesse período foi que muitas “verdades” se provaram bem mais pontuais do que recorrentes, na medida em que os fracos resultados das empresas nos anos posteriores foram deslegitimando os argumentos que supostamente as levaram a bons desempenhos até então. Atribuímos isso ao fato de o mercado brasileiro tradicionalmente se apegar em excesso aos números de curto prazo e à conjuntura corrente, e pouco à análise e compreensão das razões mais intrínsecas que levam as empresas e setores a apresentar tais resultados, sejam eles bons ou ruins.

Carta 01 – Dez/2014 Prazer, Athena Capital

Da mesma forma que fazemos com as empresas que analisamos, nosso principal desejo é levar ao conhecimento de nossos cotistas detalhes sobre nossa forma de pensar e atuar. Esta carta, portanto, foi escrita para os profissionais de mercado e também para o investidor não especializado.

Este material tem o único propósito de divulgar informações e dar transparência à gestão executada pela Athena Capital, não devendo ser considerado como oferta de cotas de fundos de investimento ou de qualquer título ou valor mobiliário e não substitui qualquer documento previsto pela Instrução CVM 555 ou pelo Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para Fundos de Investimento. Fundos de Investimento não contam com a garantia do administrador do fundo, do gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro ou, ainda do Fundo Garantidor de Créditos – FGC. A rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura.

Para avaliação da performance do fundo de investimento, é recomendável uma análise de, no mínimo, 12 (doze) meses. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. A data de conversão de cotas dos fundos geridos pela Athena Capital é diversa da data de resgate e a data de pagamento do resgate é diversa da data do pedido de resgate. Os fundos geridos pela Athena Capital utilizam estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em significativas perdas patrimoniais para seus cotistas. Ao investidor é recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e do regulamento do fundo de investimento ao aplicar os seus recursos. A Athena Capital não se responsabiliza por decisões de investimento tomadas com base neste material.